terça-feira, 30 de outubro de 2012
Acalmando o bebê em minutos
Seguindo os passos recomendados pelo Dr. Karp...
Sabe aquele choro que você sabe que não deve ser fome e nem fralda suja... e você acredita que seja cólica?
O choro do bebê durante os 3 primeiros meses deve-se ao fato da necessidade do 4o trimestre de gestação (a hipótese é de que há muito tempo a gestação durava 12 meses, porém com o desenvolvimento e crescimento do cérebro, as mulheres começaram a dar à luz com 9 meses). O bebê porém ainda não está totalmente desenvolvido ao ponto de "ligar" o institnto natural de "acalmar".
Como o bebê não chora e fica agitado dentro do útero (por questões de sobrevivência), a ideia apresentada no livro é de reproduzir as mesmas condições do útero durante esse "4o trimestre" seguindo 5 passos:
1) Fazer o charutinho: embrulhar o bebê em uma manta mantendo os braços firmes e colados ao corpo (isso ajuda a iniciar o processo natural de acalmar).
2) Colocar na posição "confortável": o bebê virado de barriga para cima faz com que aquela chavezinha de "estou caindo" fique ligando e desligando e a gente sabe que isso não é nada confortável. A sugestão é virar o bebê de barriga para baixo ou de lado (eu prefiro de lado, com a cara para a minha barriga e o ouvido esquerdo para cima, pois assim eu posso ver a Amanda de um ângulo bom e ajuda no item 5 também).
3) Balançar: fazer movimentos para cima e para baixo regulares e com cuidado (não é para agitar com força!!!!).
4) Shhhhhhh: o chamado "white noise" ou ruído é o que o bebê escuta dentro da barriga da mãe (proporcionalmente mais alto que um aspirador de pó ligado). Eu fico fazendo "shhhhhh" perto do ouvido. A ideia aqui é ajustar o volume conforme a altura do choro (começa meio alto, mas rapidamente vai diminuindo). Há aplicativos no iPhone com white noise também e às vezes deixamos ligado ao lado do berço.
5) Chupeta: mesmo "dormindo", o bebê faz movimentos de sucção e esse passo é a cereja do bolo. A razão pela qual eu deito ela de lado é para a chupeta não cair enquanto ela chora.
Supimpa!
Em alguns minutos ela já fica calma. O desafio é virá-la de barriga para cima e colocá-la no berço.... sem despertar o choro.
Quer saber mais?
http://www.happiestbaby.com/
http://www.amazon.com/Happiest-Baby-Block-Harvey-Karp/dp/0553381466/ref=sr_1_1?s=books&ie=UTF8&qid=1351651313&sr=1-1&keywords=the+happiest+baby+on+the+block
[]s
sábado, 27 de outubro de 2012
Corujão
Agora são 4 horas da manhã e hoje eu assumi a guarda às 3:00. Eu e a Claudia estamos nos revezando para tomar conta da Amanda. Falam que no começo é difícil mesmo... mas eu estou procurando aproveitar cada fase, pois por outro lado falam que passa rápido.
Nos primeiros dias de vida a gente perdeu bem a noção de tempo, dia da semana, refeições... O bom é que fomos anotando tudo (e continuamos anotando) os horários de troca de fralda (xixi ou cocô) e também a amamentação (leite materno ou fórmula e a quantidade em ml ou cc).
No hospital (primeiros 2 dias) a enfermeira aparece regularmente no quarto para verificar se tudo está bem, ajudar a trocar a primeira fralda,dar o primeiro banho, auxiliar na amamentação, ver como a mãe está se sentindo...
Ficamos em um quarto privativo no 16o andar (recém renovado lá no Mount Sinai) - room 310. Aqui vai a minha opinião geral:
- O quarto é bom, equipado, mas é difícil para o acompanhante dormir bem na poltrona reclinável.
- O chuveiro é um pouco complicado para entender como funciona no início (eu acabei não tomando banho lá, pois voltei para casa de um dia para o outro).
- Na recepção do andar há um balcão onde as pessoas ficam praticamente o dia todo no telefone... e eu pensei que elas pudessem fornecer as informações que eu preciava.
- Toda vez que eu queria sair para comprar comida eu precisava pedir para abrirem a porta e na volta eu precisava pedir para abrirem a porta por telefone. Entendo a questão de segurança das pessoas que entram e saem, porém o método não é nada efetivo (às vezes era necessário falar apenas o número do quarto, em outras elas perguntavam o nome do paciente).
- As instruções e orientações que recebemos (lembrando que somos pais de primeira viagem) não foram consistentes. Com a troca de turno das enfermeiras, acabamos recebendo orientações divergentes. Por exemplo, enquanto uma falou que tudo bem o bebê ficar 24 horas sem se alimentar e que obrigatoriamente precisava dar o peito, outra concordou conosco que seria bom dar fórmula. Enquanto uma fez com que déssemos a fórmula com um copinho (ridículo isso...), outra nos apresentou um dispositivo tipo "canudinho" para facilitar a sucção (podia ser conectado junto ao peito ou ao dedo).
- A nossa preocupação maior era saber que receberíamos alta em 2 dias e não nos sentíamos preparados para assumir a parte de alimentação em casa. Após conversarmos com diferentes pessoas com diferentes opiniões, felizmente conseguimos encontrar uma consultora de amamentação que deu várias dicas e nos orientou a marcar uma consulta particular de orientação. Foi ela quem nos ensinou a alimentar a Amanda com o dedo (daí ela passou a tomar 15ml de fórmula e ficar saciada).
- O botão de comunicação com a enfermeira e até mesmo para chamá-la ao quarto funcionava muito bem, não tenho queixas. O problema era contar com o bom humor de algumas enfermeiras (por exemplo a do turno noturno).
Acho que o maior estresse foi com a amamentação, pois a Claudia estava se recuperando e sentindo dores, não havia muito leite (ou praticamente nada), a Amanda estava com fome e chorava, e as orientações que recebíamos não eram consistentes.
Aqui vai a minha conclusão:
Falam que o Mount Sinai é um dos melhores hospitais. Não sei como são os outros, mas achei bem normalzinho e nada me "encantou". As enfermeiras do pré-parto são mais atenciosas do que a do pós-parto. A preocupação é bem maior com o bebê do que com a mãe. O atendimento deixa bastante a desejar (ao pedir informações para algum funcionário eu já podia esperar aquela cara de "vou fazer um favor para você").
Caso a parte:
Alugamos a bomba de sucção do hospital (é um aparelho da Medela). Fui até a lojinha que fica no 7o andar e falei com a simpática da atendente (sim, estou sendo irônico). Basicamente pagamos uma quantia para o uso do kit e quando devolvemos, eles reembolsam a grana.
Quando fui devolver, era 13h40 e havia uma placa dizendo que estavam fechados para almoço (13h-14h). Resolvi ficar esperando os 20 minutos (mesmo porque a loja fechava às 16h). Outras pessoas começaram a chegar para esperar também. Uma delas preferiu voltar mais tarde.
Deu 14h e nada de abrirem (e eu sabia que tinha gente lá dentro, pois eu tinha visto pelo menos 2 pessoas passarem lá dentro - e elas me viram também).
Deu 14h05 e eu dei uma batida na porta... e nada.
Deu 14h10 e eu dei outra batida na porta... e esperei um pouco.... e veio uma mulher com aquela cara de "bons amigos" abrir a porta. Ela nem falou nada.
Por azar, eu fui devolver o kit e ela já viu que estavam faltando 2 peças (como foi a enfermeira quem montou o kit na bomba eu nem prestei atenção nas peças que continham) e ela pediu para eu pegar e voltar depois.
Eu perguntei: - Vou lá rapidinho pegar as peças que estão faltando, mas quando eu voltar a loja vai estar aberta né?
Ela respondeu: - Claro que sim! A loja estava fechada, pois eu estava em horário de almoço, você não viu a placa lá na frente?
Aí eu me irritei e disse: - Sim, eu vi, porém eu estava lá fora esperando abrir às 14h.
E ela retrucou: - Agora são 14h no meu relógio e eu ainda estava almoçando.
Fala sério!
[]s
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Memórias da Madrugada
Como já estou trocando o dia pela noite... acho que é uma boa ideia registrar aqui no Blog esse momento único na minha vida.
Na semana passada nasceu nossa filha Amanda aqui em Toronto, no hospital Mount Sinai. A data prevista (40 semanas) seria 18 de Outubro, porém no dia 16 de Outubro a Claudia notou um pouco de sangramento e quando voltei do trabalho fomos ao hospital. Lá eles confirmaram que o sangramento era devido ao rompimento do "plug" e que seria melhor já ficar lá no hospital mesmo. Ficamos assustados, pois não estávamos preparados, mas ao mesmo tempo fiquei bastante excitado.
Deixei a Claudia e a minha sogra (que por sinal chegou do Brasil no dia 15 de Outubro de manhã) lá no Hospital e voltei para casa para pegar as malas (já estavam prontas fazia um tempinho). Acho que consegui fazer tudo o que precisava (fazer a minha mala, pegar as máquinas fotográficas, carregadores, deixar comida para a Gia, etc.).
Quando voltei para o Hospital, a Claudia já estava na sala de parto e conectada aos aparelhos para monitorar as contrações e o batimento cardíaco do bebê. Acho que era por volta das 19h30. A enfermeira sugeriu que a Claudia dormisse um pouco, pois o trabalho de parto iria demorar ainda...
Assim que apagamos as luzes para a Claudia dormir um pouco (acho que era lá pelas 23h), ela acordou de repente e pediu para chamar a enfermeira, pois tinha sentido um "estouro". Havia água com um muco no colchão. A enfermeira verificou a dilatação e já estava com 10cm!!!!
Depois disso, foi verificado que o bebê ainda não estava encaixado e a Claudia ficou um tempo sentada. As contrações começaram a vir mais fortes e pedimos a epidural (sabemos que quando a Claudia começa a sentir dor, a pressão pode cair). O anestesista veio e fez todo o procedimento (não é muito simples não)... e cuidou para que a pressão voltasse ao normal (oxigênio).
Estávamos controlando os "shots" de anestesia para cada ciclo se contração. Chegou um ponto que não estava adiantando mais. Chamamos a enfermeira para aumentar a dose de anestesia. Nisso ela verificou que o bebê já estava encaixado e estava tudo pronto para o "push".
A Claudia fez um empurrão e eu consegui ver um pedacinho da cabeça da Amanda. Nisso a enfermeira chamou o médico que não pôde ir no momento, pois estava cuidando de uma cesárea. Daí rolou um pouco de desespero, pois a Claudia já estava sentindo sair e o médico disse que chegaria em 20 minutos.
Depois de mais de 30 minutos, o médico chegou com outra estudante e a residente e todos nós ajudamos no "push". A posição é bem desconfortável - joelhos dobrados, quadril para baixo e força. No primeiro "push" oficial, a cabeça já começou a sair.. e no segundo empurrão a Amanda nasceu (isso era 2h da manhã).
O médico me passou a tesoura para eu cortar o cordão umbilical e eu fui lá. Acho que eu estava psicologicamente preparado para isso. O cordão é meio borrachudo! rs
Havia bastante sangue (ainda mais quando saiu a placenta) e não sei como... eu resisti bravamente.
Como a Amanda nasceu meio grandinha, houve alguns rompimentos. O médico e uma residente ficaram um tempinho cuidando dos pontos. Eu estava muito emocionado. Chorei, tirei fotos, apaixonei-me pela minha filha.
Lá pelas 4h da manhã subimos para o apartamento. Coincidentemente encontramos o Inácio, marido da Chris que estavam lá para a chegada da filha deles - a Vanessa. O Inácio estava carregando a Vanessa pelo corredor (para fazê-la parar de chorar). Naquela noite eu nem dormi, pois queria certificar que a Amanda estava respirando e tal. Que noite!!!
:-)
domingo, 21 de outubro de 2012
Amanda Oliveira Matsukuma
Amanda nasceu no dia 17 de Outubro de 2012 às 2:06am no Hospital Mount Sinai em Toronto, ON com 3.880g e 50cm.
Papai e mamãe estão bem cansados e no modo zumbi.... porém mega felizes.
:-)
domingo, 7 de outubro de 2012
Feliz Aniversário Gia Matsukuma
Parabéns pelos seus 2 anos de vida!
A Gia é a gata que adotamos no ano passado. Ela é da raça Maine Coon e tem lindos olhos verdes. Ela é bem manhosa e preguiçosa. De vez em quando eu brinco de pega-pega com ela dentro do apartamento para fazê-la correr e se exercitar.
Muito em breve ela irá ganhar uma "irmãzinha".
[]s
A Gia é a gata que adotamos no ano passado. Ela é da raça Maine Coon e tem lindos olhos verdes. Ela é bem manhosa e preguiçosa. De vez em quando eu brinco de pega-pega com ela dentro do apartamento para fazê-la correr e se exercitar.
Muito em breve ela irá ganhar uma "irmãzinha".
[]s
domingo, 23 de setembro de 2012
O trabalho de parto (na teoria) – consolidando as anotações do curso pré-natal
Informações úteis para quem mora em Toronto:
- Beck Taxi: 416-751-5555
- Royal Taxi: 416-777-9222
- City Taxi: 416-740-2222
- Co-op Cabs: 416-504-2667
- Crown Taxi: 416-750-7878
·
Contrações
iniciais – dores frontais como se fossem câimbras.
·
Geralmente
o bebê se mexe mais até 34 semanas e basicamente estará quase na posição de
encaixe.
·
Contrações
reais – começam atrás e assemelham-se à cólicas de menstruação:
o
Fase1:
regular, dilatação por volta de 3cm, 30s de duração e 5 minutos de intervalo.
o
Fase2:
contração “ativa”.
o
Fase3:
transição.
·
Quando
estourar a bolsa, verificar a cor da água (se não estiver incolor, pode ser que
tenha fezes e tenha contaminado a água). Contar o tempo das contrações e ligar
para o hospital – dependendo da fase, vão pedir para ficar em casa. Informar se
houver qualquer sangramento. Haverá uma mucosa que indica que o cervix está se
abrindo (“plug”).
·
Ao ligar,
vão perguntar se o teste para GBS deu positivo (bactéria).
·
“Sintomas
de que está na hora”:
o
Respirar
melhor.
o
Aumentar o
apetite.
o
Sentir
dores no corpo e cansaço como resfriado.
o
Dores
esporádicas nas costas.
o
Institnto
de arrumação.
·
Trabalho de
parto “ativo”: 3 a 7cm de dilatação (pode durar por volta de 6 horas).
o
Duração de
45s a 50s e intervalo de 3min a 5min.
o
Fortes
dores nas costas pode indicar posição “posterior”(bebê olhando para cima).
·
Trabalho de
parto “transição”: é a pior parte e pode durar de 30min a 2hrs.
o
Duração de
60s a 90s e intervalo de 1min a 2min.
·
Hora da “Força”
– pode durar até 3 horas.
·
Após o parto,
há ainda a dor das contrações de “involution” para liberar a placenta.
Questões na hora do parto
·
De tempos
em tempos irão medir a dilatação, a espessura vaginal e a aspereza.
·
Tanto a
mulher quanto a equipe devem estar cientes do que está acontecendo e as
perguntas “certas” são referentes à:
o
Benefícios.
o
Riscos.
o
Alternativas.
o
Intuição.
o
Precisa de
mais tempo.
·
Preparar o
plano de nascimento (por exemplo, permitir que o pai corte o cordão umbilical
ou que haja contato pele-a-pele logo após o nascimento, etc.).
·
Monitoramento:
o
PIH
(Pregnancy Induction Hypotension).
o
Eclampsia /
Toxaema (dor de cabeça, inchaço, pressão alta) – verifica urina.
o
Diabetes na
gestação.
o
Infecção
urinária.
o
Desidratação.
o
PH interno.
Intervenção Médica
·
Indução (aumenta
a velocidade):
o
Mecânica
(na vagina ou cervix – para estimular as contrações).
o
Medicação –
Pitocin para estimular contrações.
o
Natural –
caminhada.
·
Episiotomies
ou cortes – são cortes feitos para aumentar a abertura vaginal.
·
Fórceps e
Vácuo – Vácuo é mais comum, pois nem todos os médicos têm habilidade com
fórceps. Os métodos são usados para auxiliar no nascimento (muitas vezes o bebê
sai e volta).
Gerenciamento da Dor
·
Medicação:
Morfina, Demeral (mais comum), Nubain.
·
Epidural:
no curso pré-natal foi dito que eles aplicam a partir de 5cm de dilatação, porém
na palestra com o anestesista, ele disse que não há uma hora ou dilatação certa
e sim a tolerância à dor de cada mulher. Ou seja, pelo anestesista não há o “muito
cedo” ou “muito tarde”.
·
Compressa
quente na região vaginal e Compressa gelada na região das costas.
Primeiras 24 horas
·
Muita
exaustão!
·
Beber
bastante água.
·
Limpar a
área vaginal e o sangramento deverá ir diminuindo aos poucos (pode durar até 2
semanas). O “pad” deve ser trocado 2x por dia (caso a frequencia seja muito
maior, avisar a enfermeira).
·
É normal
ficar constipada por causa de alteração hormonal.
·
No primeiro
dia é melhor compressa gelada e no segundo a quente.
·
Tomar
anti-inflamatório e remédio para dor se necessário.
Amamentação e rotina
·
1º dia: A
cada 2 ou 3 horas e duração de 45min.
·
Amamentar
por pelo menos 6 meses.
·
Usar
vaselina para remover a “graxa” natural (meconium).
·
Dormir
quando o bebê dormir.
·
Sem sexo
durante 6 semanas pelo menos.
·
Não é
recomendado fazer exercício nas primeiras 6 semanas.
·
Deixar o
pai interagir com o bebê e eventualmente cometer alguns errinhos.
·
Comer bem.
·
Estar
ciente dos suportes disponíveis.
·
Durante 4
ou 5 dias é normal chorar e sentir um pouco de depressão – se durar mais do que
isso, buscar acompanhamento.
·
A última
coisa que o bebê faz quando tem fome é chorar – prestar atenção nos sinais.
·
Ficar
atento à superaquecimento – verificar temperatura nas costas. O recomendado é
vestir o bebê com uma camada a mais do que um adulto.
·
A
temperatura não pode ultrapassar 37.2C.
·
Evitar
pegar o bebê se estiver irritado(a), pois o cérebro está desenvolvendo.
·
É normal o
bebê perder 7% do peso nas primeiras 48 horas.
Esperar
pelo menos 2 semanas para sair de casa.
Semaninha bem complicada...
As coisas andam bem corridas por aqui e essa semana foi um pouco mais complicada que o normal...
No serviço, tudo está meio confuso por conta da integração (a AGF Trust foi comprada pela B2B Bank) e eu estou correndo para documentar as "ferramentas" não homologadas por TI (sabe aquelas planilhas com macros, ou planilhas de controle, ou planilhas para fazer vários cálculos e produzir relatórios?) e peguei uma casca grossa que é basicamente um workflow de análise de crédito feito em Excel e Access... E como somente o cara que desenvolveu consegue dar manutenção, rolou aquela pergunta "e se o fulando de tal sair? Tudo vai parar?". O pior é que ninguém sabe direito o nível de detalhe que devemos documentar, pois não definiriam se vão manter a ferramenta ou não... e os prazos estão indefinidos, porém seria bom documentar tudo até o início de Outubro.
Minha irmã Adriana estava internada na UTI por conta de uma crise de asma, e como ela estava grávida, ficou o tempo todo em monitoramento e com visitas restritas. Meu tio também estava internado, mas a situação era bem mais grave e ele veio a falecer na 3a feira.
Na 2a feira eu já estava me sentindo um pouco gripado e fui dormir mais cedo. Na 3a feira à tarde os sintomas da gripe vieram mais fortes (o tempo estava chuvoso) e fiquei naquele dilema de ficar no escritório (dificilmente uma gripe já me fez não ir trabalhar, porém os canadenses com quem trabalho são muito preocupados em espalhar germes... e ficaram dando indiretas para eu ir para casa) ou voltar para casa e passar a gripe para a Claudia. Acabei voltando para casa, pois eu não estava conseguindo trabalhar de tanto encherem meu saquinho e porque o corpo já estava doendo todo...
Na 4a feira acordei totalmente podre e sentindo um pouco de febre. Comprei um xarope na farmácia e tentei fazer repouso (ah, não fui trabalhar). Como a Claudia não estava sentindo a Amanda mexer como de costume desde 2a feira, rolou aquela preocupação... e na 4a feira mesmo acabamos indo ao hospital para ver se estava tudo bem. Ufa! Está tudo bem com a Amanda e com a Claudia (apesar de ficarmos lá umas 3 horas e meia, fizeram um ultrassom e só saímos de lá com a certeza de que realmente tudo estava bem... além disso, deram umas dicas para monitorar os chutes da Amanda).
Na 5a feira eu fui trabalhar nos meus 70% de saúde. Fiquei sabendo que um colega de trabalho falecera no final de semana passado (de câncer) e fiquei bastante chateado. Estou atrasado com minhas responsabilidades do Toastmaster (sou o presidente do clube e preciso comunicar o clube sobre as próximas competições locais e conseguir voluntários). Estou fazendo um curso online e fiquei atrasado com os estudos também...
Como eu já estava um pouco melhor, aproveitei para montar o balanço da Amanda para deixar pronto para quando ela chegar. Ah, a gente também foi ao shopping comprar algumas coisinhas que estavam faltando (lixeira para fraldas por exemplo). Na 5a feira, a Claudia começou a ficar gripada e eu fiquei com enorme peso na consciência.
Na 6a feira a Clau já estava mais gripada e eu um tanto melhor. Somente alguns "cold sore" apareceram na minha boca e ainda estão me irritando... mas sei que vão sarar logo logo. Minha irmã que estava internada acabou ficando por lá e resolveram fazer a cesária. Nossa sobrinha Mariana nasceu na 6a feira de manhã e parece que está tudo bem com a minha irmã e com a bebê.
Ontem (Sábado) fomos na IKEA comprar as luminárias para instalar no quarto, compramos o filtro do purificador de ar e fomos comprar Crocs para a Claudia levar e usar no hospital. A gripe já tinha pego a Claudia.
Hoje acabamos indo ao Hospital, pois a Claudia estava sentindo falta de ar e estávamos com dúvidas se ela deveria ou não usar os remédios que ela tem. Felizmente o atendimento foi bem rápido e o médico disse que ela pode continuar com os remédios. Hoje aproveitei para colocar em dia meus estudos e também meus emails pessoais.
Ufa.
Sei que logo logo a vida vai ser mais corrida ainda...
:-O
No serviço, tudo está meio confuso por conta da integração (a AGF Trust foi comprada pela B2B Bank) e eu estou correndo para documentar as "ferramentas" não homologadas por TI (sabe aquelas planilhas com macros, ou planilhas de controle, ou planilhas para fazer vários cálculos e produzir relatórios?) e peguei uma casca grossa que é basicamente um workflow de análise de crédito feito em Excel e Access... E como somente o cara que desenvolveu consegue dar manutenção, rolou aquela pergunta "e se o fulando de tal sair? Tudo vai parar?". O pior é que ninguém sabe direito o nível de detalhe que devemos documentar, pois não definiriam se vão manter a ferramenta ou não... e os prazos estão indefinidos, porém seria bom documentar tudo até o início de Outubro.
Minha irmã Adriana estava internada na UTI por conta de uma crise de asma, e como ela estava grávida, ficou o tempo todo em monitoramento e com visitas restritas. Meu tio também estava internado, mas a situação era bem mais grave e ele veio a falecer na 3a feira.
Na 2a feira eu já estava me sentindo um pouco gripado e fui dormir mais cedo. Na 3a feira à tarde os sintomas da gripe vieram mais fortes (o tempo estava chuvoso) e fiquei naquele dilema de ficar no escritório (dificilmente uma gripe já me fez não ir trabalhar, porém os canadenses com quem trabalho são muito preocupados em espalhar germes... e ficaram dando indiretas para eu ir para casa) ou voltar para casa e passar a gripe para a Claudia. Acabei voltando para casa, pois eu não estava conseguindo trabalhar de tanto encherem meu saquinho e porque o corpo já estava doendo todo...
Na 4a feira acordei totalmente podre e sentindo um pouco de febre. Comprei um xarope na farmácia e tentei fazer repouso (ah, não fui trabalhar). Como a Claudia não estava sentindo a Amanda mexer como de costume desde 2a feira, rolou aquela preocupação... e na 4a feira mesmo acabamos indo ao hospital para ver se estava tudo bem. Ufa! Está tudo bem com a Amanda e com a Claudia (apesar de ficarmos lá umas 3 horas e meia, fizeram um ultrassom e só saímos de lá com a certeza de que realmente tudo estava bem... além disso, deram umas dicas para monitorar os chutes da Amanda).
Na 5a feira eu fui trabalhar nos meus 70% de saúde. Fiquei sabendo que um colega de trabalho falecera no final de semana passado (de câncer) e fiquei bastante chateado. Estou atrasado com minhas responsabilidades do Toastmaster (sou o presidente do clube e preciso comunicar o clube sobre as próximas competições locais e conseguir voluntários). Estou fazendo um curso online e fiquei atrasado com os estudos também...
Como eu já estava um pouco melhor, aproveitei para montar o balanço da Amanda para deixar pronto para quando ela chegar. Ah, a gente também foi ao shopping comprar algumas coisinhas que estavam faltando (lixeira para fraldas por exemplo). Na 5a feira, a Claudia começou a ficar gripada e eu fiquei com enorme peso na consciência.
Na 6a feira a Clau já estava mais gripada e eu um tanto melhor. Somente alguns "cold sore" apareceram na minha boca e ainda estão me irritando... mas sei que vão sarar logo logo. Minha irmã que estava internada acabou ficando por lá e resolveram fazer a cesária. Nossa sobrinha Mariana nasceu na 6a feira de manhã e parece que está tudo bem com a minha irmã e com a bebê.
Ontem (Sábado) fomos na IKEA comprar as luminárias para instalar no quarto, compramos o filtro do purificador de ar e fomos comprar Crocs para a Claudia levar e usar no hospital. A gripe já tinha pego a Claudia.
Hoje acabamos indo ao Hospital, pois a Claudia estava sentindo falta de ar e estávamos com dúvidas se ela deveria ou não usar os remédios que ela tem. Felizmente o atendimento foi bem rápido e o médico disse que ela pode continuar com os remédios. Hoje aproveitei para colocar em dia meus estudos e também meus emails pessoais.
Ufa.
Sei que logo logo a vida vai ser mais corrida ainda...
:-O
Assinar:
Postagens (Atom)

