Apenas para deixar registrada a minha sugestão...
Aqui na região da Aclimação tem uma Bartataria que entrega aquela batata suíça (ralada) recheada muito boa. A batata grande dá para 2 pessoas (claro que eu já comi 1 grande sozinho).
www.bartataria.com.br
Eu prefiro a de filé mignon com catupiry. Acho que se a de carne seca tivesse catupiry e fosse um pouco mais salgada seria melhor.
Bom apetite!
domingo, 6 de setembro de 2009
Viagens para o Exterior (Parte I)
Não temos muita experiência em viajar para fora, mas conseguimos ir algumas poucas vezes e podemos dizer que foram magníficas. Sei que esse tipo de entretenimento não é previlégio de muitos e por isso não quero dar o tom de arrogância e simplesmente quero deixar registrado aqui algumas lembranças...
Primeira vez - sozinho em NY
Se eu me lembro bem isso aconteceu no começo de novembro de 2001. Eu trabalhava em uma empresa que presta consultoria e representa alguns produtos americanos aqui no Brasil (SW Web based) e eu precisava fazer o curso de administração em Help Desk para eu me tornar especialista na solução.
O curso era de 1 semana em New Jersey. Eu já tinha passaporte, porém não tinha o visto americano. Contratei um despachante para conseguir tirar o visto em curto tempo. Consegui o visto B1-B2 de 10 anos.
Fui sozinho para NY e na época eu já namorava a Claudia. Meu inglês era bem básico e eu achava que me virava bem (ah tá!).
Já passei um pequeno sufoco respondendo as perguntas lá na Imigração (ainda mais que o atentado havia ocorrido em setembro e todo o país estava em clima de alerta). Acho que era sábado ou domingo.
Lembro que peguei um metrô até a Penn Station para comprar os bilhetes de trem até NJ (já conto como foi esse fato) e tentei deixar minhas malas lá, mas não consegui. Peguei um táxi e fui até o hotel que eu ficaria no outro final de semana (ah, esqueci de falar que planejei fazer o curso em NJ até 6a feira e depois ia passar o final de semana em NY) para dizer que eu tinha reserva e gostaria apenas de deixar as malas para dar uma volta por NY. OK, sem problemas.
Andei bastante, tirei algumas poucas fotos, almocei no Mc Donald's (também já conto como foi isso), andei no Central Park, entrei na Toys 'r us, etc etc. Depois voltei ao hotel.
Comprando bilhetes de trem na Penn Station
Como eu disse anteriormente, meu inglês era bem básico. Primeiro tentei entender a lógica das linhas e tal. Fui comprar o bilhete de ida e volta e já tive que pegar uma filona. Chegou a minha vez e perguntei qual era o trem e qual a plataforma para NJ e como eu deveria proceder para ir e voltar. Ela respondeu rapidamente minha pergunta, falou o valor, deu o troco e disse "Next". Eu perguntei de novo e ela falou algo como olhar nos painéis (sei lá) e disse novamente "Next".
Comendo no Mc Donald's
Cheguei em um Mc Donald's preparado para dizer "number 1 please" e logo de cara vi váaaaaaaaarias opções que eu não estava acostumado. Fiquei parado lá olhando e já ouvi um "May I help you?". Bem, fiquei lá "atrapalhando a fila" e na dúvida do que pedir (o melhor era pedir o Big Mac mesmo). Eu pedi o número 1 e a menina disse "isterogo" (foi isso que eu ouvi). Eu fiz aquela cara de "hein?" e ela repetiu "isterogo". Daí eu disse que não tinha entendido e ela disse de maneira mais "descompactada" - "you gonna stay or you gonna go?". Ah tá! I gonna stay.
Descobri também que não bastava dizer simplesmente "Coke", pois ela veio com outra pergunta "diet or regular?". Ufa, ainda bem que eu entendi.
Voltando ao ponto
Voltei ao hotel e peguei um táxi até a Penn Station. Fui na plataforma indicada e tomei o trem. Já estava escurecendo (acho que por causa da estação do ano, escurecia mais rápido e eu não tinha me atentado a isso).
Em um determinado momento um carinha veio validar meu ticket e eu apresentei sem querer o bilhete da volta (só fui descobrir alguns dias depois). Puuuuuuuuuuuuuuuuuuuutz... o cara começou a falar umas coisas que eu não entendia. Só entendi que ele disse que o bilhete não servia e eu quis justificar dizendo que tinha comprado naquele dia mesmo. O cara mandou eu descer na próxima estação!!!! Basicamente fui conduzido até a saída....
Procurei um funcionário da estação para explicar o que tinha acontecido e tal... mas ninguém me deu atenção. Já estava escuro e eu sem saber o que fazer... pensei "FO....U". Saí da estação X (sei lá qual era) e peguei um táxi até NJ. Quase deixei os olhos da cara, mas nessas situações... fazer o que né?
O curso foi sussu. Eu era o único brasileiro e o único com inglês meia boa. Como eu sou meio metido, ainda fiz algumas perguntas para o instrutor (ahahahah). Na volta para NY eu comprei um novo bilhete e fiquei atento... Até que não deu tanto problema.
Claro que com o fiscal foi tudo beleza, mas na hora que eu ouvi algo parecido com New York eu já desci.... O problema é que eu tinha ouvido errado... e era "New Arc" (ou algo assim). Fazer o que né? Comprei outro bilhete e fui para New York.
O final de semana foi bom. Consegui ligar para um colega do meu cunhado (que morava em NJ) e ele pediu para eu ir até lá.... Claro que eu recusei. No dia seguinte o cara foi até NY e a gente deu um rolê.
Comprei algumas coisinhas e tal..
No domingo à noite eu saí do hotel e peguei um táxi até o metrô. Já tinha tudo esquematizado para ir de metrô até o aeroporto.
Claro que novamente deu merda. A linha não ia até o aeroporto de domingo. Tive de descer algumas estações antes e, mesma coisa, já estava tudo escuro e eu não sabia o que fazer (ainda mais com malas mais cheias e pesadas).
Fui até a rua e estava vazio... tentei pedir um táxi usando um telefone público e quem disse que eu entendi o que a telefonista (ou URA) dizia????? Ainda bem que achei uma floricultura aberta e eles chamaram um táxi para mim. Acabei comprando um bichinho de pelúcia em gratidão à mulher da loja (que por sinal disse que era vizinha do Brasil - tinha nascido na Guiana).
:-D E foi essa a primeira aventura fora do país...
Primeira vez - sozinho em NY
Se eu me lembro bem isso aconteceu no começo de novembro de 2001. Eu trabalhava em uma empresa que presta consultoria e representa alguns produtos americanos aqui no Brasil (SW Web based) e eu precisava fazer o curso de administração em Help Desk para eu me tornar especialista na solução.
O curso era de 1 semana em New Jersey. Eu já tinha passaporte, porém não tinha o visto americano. Contratei um despachante para conseguir tirar o visto em curto tempo. Consegui o visto B1-B2 de 10 anos.
Fui sozinho para NY e na época eu já namorava a Claudia. Meu inglês era bem básico e eu achava que me virava bem (ah tá!).
Já passei um pequeno sufoco respondendo as perguntas lá na Imigração (ainda mais que o atentado havia ocorrido em setembro e todo o país estava em clima de alerta). Acho que era sábado ou domingo.
Lembro que peguei um metrô até a Penn Station para comprar os bilhetes de trem até NJ (já conto como foi esse fato) e tentei deixar minhas malas lá, mas não consegui. Peguei um táxi e fui até o hotel que eu ficaria no outro final de semana (ah, esqueci de falar que planejei fazer o curso em NJ até 6a feira e depois ia passar o final de semana em NY) para dizer que eu tinha reserva e gostaria apenas de deixar as malas para dar uma volta por NY. OK, sem problemas.
Andei bastante, tirei algumas poucas fotos, almocei no Mc Donald's (também já conto como foi isso), andei no Central Park, entrei na Toys 'r us, etc etc. Depois voltei ao hotel.
Comprando bilhetes de trem na Penn Station
Como eu disse anteriormente, meu inglês era bem básico. Primeiro tentei entender a lógica das linhas e tal. Fui comprar o bilhete de ida e volta e já tive que pegar uma filona. Chegou a minha vez e perguntei qual era o trem e qual a plataforma para NJ e como eu deveria proceder para ir e voltar. Ela respondeu rapidamente minha pergunta, falou o valor, deu o troco e disse "Next". Eu perguntei de novo e ela falou algo como olhar nos painéis (sei lá) e disse novamente "Next".
Comendo no Mc Donald's
Cheguei em um Mc Donald's preparado para dizer "number 1 please" e logo de cara vi váaaaaaaaarias opções que eu não estava acostumado. Fiquei parado lá olhando e já ouvi um "May I help you?". Bem, fiquei lá "atrapalhando a fila" e na dúvida do que pedir (o melhor era pedir o Big Mac mesmo). Eu pedi o número 1 e a menina disse "isterogo" (foi isso que eu ouvi). Eu fiz aquela cara de "hein?" e ela repetiu "isterogo". Daí eu disse que não tinha entendido e ela disse de maneira mais "descompactada" - "you gonna stay or you gonna go?". Ah tá! I gonna stay.
Descobri também que não bastava dizer simplesmente "Coke", pois ela veio com outra pergunta "diet or regular?". Ufa, ainda bem que eu entendi.
Voltando ao ponto
Voltei ao hotel e peguei um táxi até a Penn Station. Fui na plataforma indicada e tomei o trem. Já estava escurecendo (acho que por causa da estação do ano, escurecia mais rápido e eu não tinha me atentado a isso).
Em um determinado momento um carinha veio validar meu ticket e eu apresentei sem querer o bilhete da volta (só fui descobrir alguns dias depois). Puuuuuuuuuuuuuuuuuuuutz... o cara começou a falar umas coisas que eu não entendia. Só entendi que ele disse que o bilhete não servia e eu quis justificar dizendo que tinha comprado naquele dia mesmo. O cara mandou eu descer na próxima estação!!!! Basicamente fui conduzido até a saída....
Procurei um funcionário da estação para explicar o que tinha acontecido e tal... mas ninguém me deu atenção. Já estava escuro e eu sem saber o que fazer... pensei "FO....U". Saí da estação X (sei lá qual era) e peguei um táxi até NJ. Quase deixei os olhos da cara, mas nessas situações... fazer o que né?
O curso foi sussu. Eu era o único brasileiro e o único com inglês meia boa. Como eu sou meio metido, ainda fiz algumas perguntas para o instrutor (ahahahah). Na volta para NY eu comprei um novo bilhete e fiquei atento... Até que não deu tanto problema.
Claro que com o fiscal foi tudo beleza, mas na hora que eu ouvi algo parecido com New York eu já desci.... O problema é que eu tinha ouvido errado... e era "New Arc" (ou algo assim). Fazer o que né? Comprei outro bilhete e fui para New York.
O final de semana foi bom. Consegui ligar para um colega do meu cunhado (que morava em NJ) e ele pediu para eu ir até lá.... Claro que eu recusei. No dia seguinte o cara foi até NY e a gente deu um rolê.
Comprei algumas coisinhas e tal..
No domingo à noite eu saí do hotel e peguei um táxi até o metrô. Já tinha tudo esquematizado para ir de metrô até o aeroporto.
Claro que novamente deu merda. A linha não ia até o aeroporto de domingo. Tive de descer algumas estações antes e, mesma coisa, já estava tudo escuro e eu não sabia o que fazer (ainda mais com malas mais cheias e pesadas).
Fui até a rua e estava vazio... tentei pedir um táxi usando um telefone público e quem disse que eu entendi o que a telefonista (ou URA) dizia????? Ainda bem que achei uma floricultura aberta e eles chamaram um táxi para mim. Acabei comprando um bichinho de pelúcia em gratidão à mulher da loja (que por sinal disse que era vizinha do Brasil - tinha nascido na Guiana).
:-D E foi essa a primeira aventura fora do país...
Parte III
Com o início das aulas de inglês preparatórias para o IELTS começamos a entender melhor o processo de imigração. Investigamos mais informações no site do consulado e também começamos a acompanhar duas comunidades do Orkut: Maura me ajuda! e Go Canada!.
Até então achávamos que obrigatoriamente precisaríamos comprovar o nível de inglês antes de iniciar o processo (olha isso!).
Nesse ponto de vista acredito termos perdido um tempinho... mas tudo isso faz parte (rs). Acabamos dando entrada no processo na 2a quinzena de outubro de 2007 e o processo efetivamente iniciou no dia 30 de outubro.
Decidimos contratar a ajuda do Otávio (Go Canada!) para preencher os formulários, dar as dicas, etc. Até hoje ele nos ajuda e a gente o atualiza com o andamento do processo.
No final de 2007 pegamos férias e decidimos ir para o Canadá pegar um pouco de frio. Passamos o natal em Toronto e fizemos uma viagem turística para New York para passar o ano lá (depois preciso abrir um tópico de viagens para contar como foi). Em Toronto encontramos o Otávio e conversamos bastante.
(continua)
Até então achávamos que obrigatoriamente precisaríamos comprovar o nível de inglês antes de iniciar o processo (olha isso!).
Nesse ponto de vista acredito termos perdido um tempinho... mas tudo isso faz parte (rs). Acabamos dando entrada no processo na 2a quinzena de outubro de 2007 e o processo efetivamente iniciou no dia 30 de outubro.
Decidimos contratar a ajuda do Otávio (Go Canada!) para preencher os formulários, dar as dicas, etc. Até hoje ele nos ajuda e a gente o atualiza com o andamento do processo.
No final de 2007 pegamos férias e decidimos ir para o Canadá pegar um pouco de frio. Passamos o natal em Toronto e fizemos uma viagem turística para New York para passar o ano lá (depois preciso abrir um tópico de viagens para contar como foi). Em Toronto encontramos o Otávio e conversamos bastante.
(continua)
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Parte (???)
Ontem mesmo já preenchemos o formulário de abertura de conta no HSBC no Canadá e hoje de manhã imprimi.
Hoje mesmo a Claudia já foi ver a questão do exame médico e marcamos para 3a feira de manhã (amanhã não vai dar para ir.... snif). Consegui sair um pouco mais cedo do serviço e encontrei com ela no Delboni para coleta de sangue. Amanhã vamos tentar fazer o Raio X logo cedinho e depois vou trabalhar.
Como tive que ligar para a minha mãe já aproveitei e falei em que pé está o processo (essa é uma outra história, mas vou resumir para vocês).
(abre parênteses)
Quando começamos o processo eu falei para os meus pais e eles ficaram de certa forma empolgados.
Daí o tempo passou um bocado e a gente parou de falar sobre o processo e acho que eles pensaram que tínhamos desistido.
(fecha parênteses)
é isso aí!
Aproveito para agredecer os comentários que tenho recebido!
Valeu!
Hoje mesmo a Claudia já foi ver a questão do exame médico e marcamos para 3a feira de manhã (amanhã não vai dar para ir.... snif). Consegui sair um pouco mais cedo do serviço e encontrei com ela no Delboni para coleta de sangue. Amanhã vamos tentar fazer o Raio X logo cedinho e depois vou trabalhar.
Como tive que ligar para a minha mãe já aproveitei e falei em que pé está o processo (essa é uma outra história, mas vou resumir para vocês).
(abre parênteses)
Quando começamos o processo eu falei para os meus pais e eles ficaram de certa forma empolgados.
Daí o tempo passou um bocado e a gente parou de falar sobre o processo e acho que eles pensaram que tínhamos desistido.
(fecha parênteses)
é isso aí!
Aproveito para agredecer os comentários que tenho recebido!
Valeu!
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
CHEGOU HOJE!!!!
Como hoje é meu rodízio, geralmente pego carona com a Claudia até o metrô de manhã e então pego o fretado. Na volta pego o fretado até o metrô e encontro com ela para voltarmos juntos para casa.
Para variar, chegamos sempre em casa na esperança de encontrar algum envelope pardo no chão (as cartas são colocadas por debaixo da porta e as encomendas ficam na administração).... e para surpresa geral vimos uma pontinha parda e abrimos logo a porta....
CHEGOU!!!!
O famoso envelope de pedido de exames médicos chegou!!!!!
- (Robinson) Eu já sabia! Eu li o horóscopo hoje e dizia que algo iria mudar!
- (Claudia, que não lê horóscopos) Não acredito!!! EBA!!! Cadê o trequinho de abrir as cartas bonitinho?
- Achei! Achei! riiiiiiiiiiiiiiiiiippppppppppp
- Chegou! Chegou!
- (Robinson lendo se não tinha algo escrito sobre "Processo negado").... ufa! Acho que é de verdade! Agora vai! Vamos ligar amanhã mesmo para marcar o quanto antes...
Bem... é isso!
:-)
Para variar, chegamos sempre em casa na esperança de encontrar algum envelope pardo no chão (as cartas são colocadas por debaixo da porta e as encomendas ficam na administração).... e para surpresa geral vimos uma pontinha parda e abrimos logo a porta....
CHEGOU!!!!
O famoso envelope de pedido de exames médicos chegou!!!!!
- (Robinson) Eu já sabia! Eu li o horóscopo hoje e dizia que algo iria mudar!
- (Claudia, que não lê horóscopos) Não acredito!!! EBA!!! Cadê o trequinho de abrir as cartas bonitinho?
- Achei! Achei! riiiiiiiiiiiiiiiiiippppppppppp
- Chegou! Chegou!
- (Robinson lendo se não tinha algo escrito sobre "Processo negado").... ufa! Acho que é de verdade! Agora vai! Vamos ligar amanhã mesmo para marcar o quanto antes...
Bem... é isso!
:-)
terça-feira, 1 de setembro de 2009
A Jogatina
Não me lembro ao certo quando começamos esse vício (epa!!!)
Sei que chegava fim de semana e não tínhamos muita coisa planejada. Geralmente íamos ao cinema ou saíamos à noite para comer espetinhos e íamos para a casa dos meus pais e/ou para a casa dos pais da Claudia (em Mauá - "que mauá nisso? - essa é nova!".
Nunca fomos muito de balada (somos velhos e caseiros heheeh).
Um certo dia (sábado à noite) liguei para minha irmã (tenho duas) mais nova e perguntei se ela e o namorado estavam planejando fazer algo e ela disse que não. Sugeri levar alguns jogos de tabuleiro e tal.... e ela perguntou:
- Vocês já foram na Luderia?
- Hein???? O que é isso?
- É um lugar de jogos bem legal... olha aí na Internet (www.luderia.com.br)
- Hum... interessante... podemos ir lá...
Combinamos o horário e fomos lá...
Show de bola!!!
Depois disso fomos lá outras vezes até mesmo com outros casais (epa!!!!)...
(continua)
Sei que chegava fim de semana e não tínhamos muita coisa planejada. Geralmente íamos ao cinema ou saíamos à noite para comer espetinhos e íamos para a casa dos meus pais e/ou para a casa dos pais da Claudia (em Mauá - "que mauá nisso? - essa é nova!".
Nunca fomos muito de balada (somos velhos e caseiros heheeh).
Um certo dia (sábado à noite) liguei para minha irmã (tenho duas) mais nova e perguntei se ela e o namorado estavam planejando fazer algo e ela disse que não. Sugeri levar alguns jogos de tabuleiro e tal.... e ela perguntou:
- Vocês já foram na Luderia?
- Hein???? O que é isso?
- É um lugar de jogos bem legal... olha aí na Internet (www.luderia.com.br)
- Hum... interessante... podemos ir lá...
Combinamos o horário e fomos lá...
Show de bola!!!
Depois disso fomos lá outras vezes até mesmo com outros casais (epa!!!!)...
(continua)
Parte II
Apesar da minha esposa Claudia ter um nível muito melhor (beeeeeeeeeem melhor) de inglês do que o meu, decidimos começar a ter algumas aulas particulares com um professor nativo (nova iorquino) juntos. Além disso, resolvemos começar a fazer francês também com um professor particular (nativo) - tudo para aumentar os pontos.
Então era assim... aos sábados tínhamos aula de ingl~es na casa do professor e focávamos em conversação e listening (nada preparatório para o IELTS) e às quintas-feiras tínhamos aula de francês em casa mesmo seguindo um livro sugerido por ele.
Chegou um ponto que sentimos que estava atrapalhando e precisávamos focar mais no inglês. Percebemos também que precisávamos algo mais direcionado para o IELTS.
Fomos procurar escolas com curso preparatório para o IELTS. Fizemos até uma aula experimental na St. Giles (achei o professor ruim e além disso ele me ofendeu dizendo que meu inglês estava muito aquém do necessário). Nessa época compartilhávamos a idéia com um amigo nosso - o Régis. Nem sabíamos direito que tinha o General e o Academic, mas o sonho já dava sinais de realidade.
Achamos outra escola (Target Languages), fizemos uma entrevista com o diretor e ele disse que daria para estudarmos na mesma turma apesar dos níveis diferentes. Paramos com as aulas particulares e iniciamos a jornada com foco na imigração.
(continua)
Então era assim... aos sábados tínhamos aula de ingl~es na casa do professor e focávamos em conversação e listening (nada preparatório para o IELTS) e às quintas-feiras tínhamos aula de francês em casa mesmo seguindo um livro sugerido por ele.
Chegou um ponto que sentimos que estava atrapalhando e precisávamos focar mais no inglês. Percebemos também que precisávamos algo mais direcionado para o IELTS.
Fomos procurar escolas com curso preparatório para o IELTS. Fizemos até uma aula experimental na St. Giles (achei o professor ruim e além disso ele me ofendeu dizendo que meu inglês estava muito aquém do necessário). Nessa época compartilhávamos a idéia com um amigo nosso - o Régis. Nem sabíamos direito que tinha o General e o Academic, mas o sonho já dava sinais de realidade.
Achamos outra escola (Target Languages), fizemos uma entrevista com o diretor e ele disse que daria para estudarmos na mesma turma apesar dos níveis diferentes. Paramos com as aulas particulares e iniciamos a jornada com foco na imigração.
(continua)
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